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17 de maio de 2015

O Predador Moderno

Este texto não é de minha autoria, talvez por isso seja tão interessante e belo!

Autor: G.M. 


Eu conheci um amante alternativo, o tipo mais moderno do que se pode chamar de predador... Este texto é sobre ele.

O predador de hoje não é aquele ogro de antigamente, que batia em mulher ou bebe demais ou mesmo é um machista declarado.

27 de dezembro de 2014

O tempo voa

Ainda ontem sentava na frente do computador para colocar os sonhos no word. Desse tempo para cá eu ainda sento em frente ao computador, porém faz um ano, certamente, que não paro para escrever sobre sonhos, ilusões, aventuras, desventuras e etc. Hoje, tendo um dia raro de descanso, me peguei relembrando o tempo em que era fissurada na blogagem. Lembro quando criei a conta no gmail especialmente para o blogue, embora eu pudesse utilizar os meus e-mails usuais como o yahoo e o hotmail. Mas, pegando o embalo das mudanças, quis conhecer o que havia de novo no gmail.

6 de agosto de 2013

Samba da Bênção – A Finalização

“A vida não é brincadeira, amigo.
A vida é arte do encontro”. 
Composição: Baden Powell / Vinícius de Moraes




Fotografia da autora
Caro Fontes, começo a escrever este texto ao som do Samba da Bênção na voz da Bebel Gilberto. Afinal, é melhor ser alegre que ser triste, alegria é a melhor coisa que existe. Eu sei, eu sei que na música é melhor ter um pouco de tristeza para escrever um bom samba, mas aqui, meu amigo, a realidade é outra. Hoje eu estou alegre! E a minha alegria tem a ver com finalização. Eu sei que você não deve estar entendendo nada a princípio, mas depois de um tempo você vai acabar compreendendo o que eu estou tentando dizer. Hoje estou falando de fe-cha-men-to. Sim, as disciplinas do primeiro semestre do mestrado estão sendo finalizadas e eu deitando o corpo por completo na cama macia pra voltar a te escrever.

14 de novembro de 2012

A Retomada

Dos ensinamentos do Moacyr


Não quero convencê-lo, caro leitor, de que neste espaço não cabe abertura para verbos na primeira pessoa do singular. Seria um equívoco pensar um diálogo sem o uso de tais recursos de linguagem. Ou então este espaço seria unilateral, o que não cabe aqui neste exato momento, muito menos em momentos anteriores a hoje. Mas o que eu quero deixar claro com esta mensagem é que eu sinto falta daqueles momentos fortes do dia-a-dia em que eu me sentia incomodada com tanto sentimento em volta de mim e expunha isso em palavras para exprimir minha tristeza pela distância, pelo desafeto ou afeto de outrem e até pelo desacato; a ternura pelo encontro ou desencontro entre as pessoas, muito comum a todos nós caros indivíduos iludidos ou desiludidos. E também indivíduos que iludem outros e outros por aí vez em quando – fato inegável.

8 de agosto de 2012

O Poder das Coisas #2:

O Poder que a Palavra tem Sobre as Coisas


Ilustração: Alesson Felipe
Acaso tem a madeira o poder de construir a si mesma? Eu me pergunto cheia de intento e de inexplicável ânsia de resposta. Não obtenho uma resposta clara porque sei que a madeira é um caso à parte. Mas a verdade é que eu não sei como o Moacyr consegue dar vida às coisas porque nem eu mesma me criei. Nem faço ideia de como dar vida a outrem, mas o Moacyr sabe.

18 de julho de 2012

O Poder das Coisas: #1

o poder que a palavra tem sobre as coisas



Ilustração: Alesson Felipe
Moacyr se senta à beira da estrada e olha seu carro parado em plena manhã de domingo; se tivesse feito uma revisão antes de sair de casa não estaria agora debaixo do Sol a pino. Revolve os bolsos e vê a sua carteira, nem imaginava, há duas horas atrás, que estaria naquela situação.

16 de janeiro de 2012

Que Ela Fale...

Sugou-me a página em branco e causou um grande alvoroço dentro de mim: uma inquietação daquelas que provoca cócegas na barriga, náuseas e faz as pálpebras tremerem como numa grande crise nervosa que incomoda, demora a acalmar o olhar. Foi a página em branco que me consumiu; sim, consumiu-me como se fosse um extrator e me corroeu por dentro e me absorveu com uma sede imensa por uma bebida forte e pura, sem tira-gosto para amenizar o sabor. Consumiu-me a página como quem sente uma necessidade de ouvir música alta e soltar palavras incessantemente. Sim, palavras legíveis e claras. Claras como o som que sai agora dos meus lábios. “Eu que- ro des-bra-var a insaciável pá-gina em bran-co e quero soltar pala-vras!”. Palavras ditas por meus lábios carnudos e trêmulos.

4 de janeiro de 2012

O Caminho até Aqui


"E vou tomar aquele
Velho navio
Aquele velho navio..."


(Jards Macalé e Wally Salomão)


Ela tinha que seguir em frente, bem sabia; como um músico que inicia sua melodia com firulas para incitar o público a segui-lo no mesmo tom, assim o seu  âmago  indicou o caminho. Fez o seu roteiro como quem faz uma jangada de pau a pique, sem sustentação, sem nenhuma substância, sem previsão de retorno: improvisada pela necessidade do tempo. E, sabia, depois que entrasse no meio do mar não haveria mais volta. Era certo que, em algum momento, a jangada a deixaria à deriva: preferiu arriscar-se.

26 de fevereiro de 2011

Curto e Grosso

           Sabe aqueles dias em que você fica em casa sem fazer nada? Pois é, muito pensamento podre, um complexo de mal-fazejo (já ouviram falar né?). Então, daí a gente fica com o pensamento flutuando e só dá em merda mesmo. A não ser... a não ser que você procure algo pra fazer: é isso! Você tem que procurar algo pra fazer, eu disse a mim mesmo... Foi aí que eu comecei a escrever!